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Nepotismo apenas e nada mais, não fora isso e brincando teríamos uma economia de algumas centenas de milhões de reais. Mas, qual o quê, economizar para quê, se não sai do meu bolso, não é mesmo senhores dos Tribunais de Contas das diversas instâncias superiores.
Aliás, que tribunais de contas, se os mesmos também, em sua maioria servem para alojar outros inúmeros cabides de agasalhamento de nepotistas e apaniguados.

André Gomes Ferreira de Lima, filho do desembargador Agenor Ferreira de Lima Filho, salário bruto R$ 12.571,00;
Cecília Figueiredo Wanderley Câmara, cunhada do governador Paulo Câmara, salário bruto R$ 14.348,00;
Danielle da Costa Raposo, nora do desembargador Leopoldo Raposo, salário bruto r$ 16.295,00;
Eduardo Porto Carreiro Neves, filho do desembargador Frederico Neves, salário bruto R$ 15.307,00;
Evalúcia Góes Uchôa, neta do presidente da Assembléia Guilherme Uchôa, salário bruto R$ 14.348,00;
Júlio Queiroz Mesquita, enteado do desembargador aposentado Silvio Beltrão, salário bruto R$ 12.571,00;
Marcella Barros de Oliveira Lima Albuquerque, mulher do desembargador Waldemir Tavares de Albuquerque Filho, salário bruto R$ 10.337,00;
Maria Ismênia Leite Padilha, mulher do desembargador Leopoldo Raposo, salário bruto R$ 14.348,00;
Natália Azevedo Paes Barreto Morais, filha do desembargador do TJ Ricardo de Oliveira Paes Barreto, salário bruto R$ 12.571,00;
Zalmara Rodrigues de Oliveira, cunhada do desembargador Ricardo de Oliveira Paes Barreto, salário bruto R$ 14.348,00;

Nesta brincadeirinha apenas R$ 137.044,00

Mas eu estava conversando hoje com um amigo e ele falava que classes abastadas preocupavam-se em ter um ou dois, máximo três em sua prole. Como se isso representasse um crescimento intelectual, e dessa forma, os mais abastados fossem mais responsáveis, portanto, nessa responsabilidade, têm menos filhos. Já os mais pobres, camadas D, E, etc.. costumam ter oito, dez até mais filhos.
Pois bem, eu diria frente a este belíssimo quadro, ainda bem que esses canalhas costumam ter poucos filhos, imaginem se eles tivessem na mesma proporção das classes mais pobres, o quanto isso custaria aos menos favorecidos.
Sim, pois é claro que quem paga esse nepotismo todo, não são os mais ricos, pois seus vencimentos na grande maioria das vezes, são até mesmo isentos de tributação, porém, os mais pobres, que não têm como escapar à mordida do leão, é que têm que custear isso tudo.
Nesse ponto vejo ao menos, que as classes menos abastecidas e portanto mais abarrotadas por bocas a sustentar, são em muito, abusivamente mais honestas e menos pesada ao tecido social, do que essas classes mais abarrotadas de bens e poder, e graças a Deus, menos numerosas. Creio ver aí, a boa mão de Deus.
Tenho muitos filhos, e poucas posses, nenhum deles, pesando no cabide de empregos sustentados pelo erário público, seja em que esfera for.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 190618 – Nepotismo apenas e nada mais – (imagens da internet)

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