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“O Brasil não deve ser refúgio para criminosos” – (Sérgio Moro)

Muitos estão e muito preocupados com a quantidade de pessoas que estão aparecendo como infiltrados no governo.
Sim, isso é verdade, esses melancias existem e estão muito bem alocados. Todos em postos chaves e prontos para defender o motivo pelo qual foram colocados onde estão. Ou seja, defender os princípios da nefasta ideologia que os guia. Muitos até julgam que o que seja, é a ideologia comunista; eu ousaria dizer, que aos cleptocratas de plantão, não interessa que seja capitalista ou comunista, o que interessa é que as torneiras continuem abertas e prontas para lhes satisfazer a sanha de poder econômico.

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Enquanto isso, o ministro da Justiça Dr. Sérgio Moro continua a sua peregrinação em busca de mecanismos que coibam a continuidade delitiva.
Para tanto, é claro, faz-se necessário que o Brasil deixe de ser o paraíso de quem queira fugir da justiça de seus países, o que acontecia até então. Dessa forma, ele resolveu, provavelmente, após muito estudo e análise, assinar uma nova portaria, que poderá permitir a prisão, bem como a deportação de inúmeros que hoje passeiam belos e formosos em nosso País, mesmo tendo matado pessoas em seus países de origem, ou pelos lugares por onde andaram. Essa portaria, é claro, poderá ser bastante desfavorável ao Glenn Greenwald.
A referida portaria, publicada no Diário Oficial da União do dia 26/07/19, sob número 666, “dispõe sobre o impedimento de ingresso, a repatriação e a deportação sumária de pessoa perigosa ou que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”. E vemos flagrantemente, que o VerdeValdo, está diretamente sendo o que infringe a nossa Constituição Federal, portanto, passível de ver-se enquadrado na referida Lei, e sendo responsabilizado à altura, até mesmo por crimes que venham a ser considerados contra a Lei de Segurança Nacional.
Portanto, podemos dizer com segurança: “Fuja VerdeValdo, fuja, porque agora a briga já não é mais contra o Dr. Sérgio Moro, agora é contra a Nação brasileira e contra seus princípios basilares.

Através desse documento, está muito claro que o indivíduo Glenn Greenwald, em que pese o fato de ser, ou ter sido em sua terra advogado, ou mesmo jornalista como se auto nomeia, poderá vir a ser deportado, por ter usado de seu site: o “The IntercePT” com intuitos claros e evidentes de atacar Moro, que hoje representa o nosso ministério de Justiça, portanto, ao atacar Moro, ele ataca, nosso governo, utilizando-se de mensagens roubadas.
Diz a portaria: “A pessoa sobre quem recai a medida de deportação de que trata esta portaria será pessoalmente notificada para que apresente defesa ou deixe o país voluntariamente, no prazo de até 48 horas, contado da notificação”.

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A insanidade de muitos, resta comprovada, quando se percebe que não podendo atingir Bolsonaro de uma forma, vamos tentando de outra e de outra… Até mesmo, pelo fato de, caso ele goste de frango ensopado, pronto, eis o crime.
Neste caso específico, vemos uma pessoa, que na qualidade de professora, está preocupada com o bordão de Bolsonaro: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”
Segundo essa professora, a utilização do referido bordão, fere o princípio da impessoalidade, através do qual fica expressamente proibido que o administrador público se utilize de seu cargo com o fim de obter promoção pessoal ou partidária.
Ainda segundo ela, quando Bolsonaro se utiliza dessa frase, está, fazendo, ou buscando uma “promoção de um grupo político”, por ter sido esse o nome da coligação que o elegeu em 2018.
Eu não concordo com isso, mas como, tenho que entender que tem gosto para tudo nesta vida, então, devo lembrar que espernear é o que resta a essa gente.

Aproveito para trazer algo que encontrei na internet, justamente a respeito desse bordão, “Jornal Hora Extra” sob o título: “De onde vem o slogan “BRASIL ACIMA DE TUDO”?”

“Alongando um pouco essa conversa, desde meus tempos de tenente paraquedista percebi que o segmento evangélico sempre ficou muito incomodado quando, durante as corridas alguém puxava “BRASIL ACIMA DE TUDO”, imediatamente sempre aparecia alguém dizendo “ABAIXO SOMENTE DE DEUS”; provavelmente o Bolsonaro também se lembrava disso. A grande sacada dessa campanha foi ter conseguido acomodar complementado com “DEUS ACIMA DE TODOS”, que passou a ecoar também nas corridas dos militares.”

Ao contrário do grupo político a que essa pessoa, com certeza deve ter estado ligada pelos anos anteriores, o Bolsonaro, parece não se adequar a nenhum dos critérios daqueles partidos, onde, para se pertencer àqueles quadros, a pessoa deveria apresentar sua “folha corrida” (e quanto mais extensa, maior e mais relevante seria o cargo que o meliante ocuparia). E no caso de Bolsonaro, Mourão, e inúmeros outros que hoje estão trabalhando, e buscando cumprir as promessas de campanha – (que devemos lembrar, os grupos políticos anteriores, não faziam a mínima questão de cumprir, pois não cumprem absolutamente nada, quanto mais, promessas de campanha) – infelizmente para os opositores, essas pessoas citadas, que hoje ocupam esses postos, não têm em seus currículos “folhas corridas”, ao contrário disso, apresentam, Atestados de bons Antecedentes Criminais, tão limpos que os qualifica de fato aos cargos que ocupam.
Vemos neste caso, uma pequena diferença entre o grupo de hoje e o de ontem: O de hoje exige fichas limpas de fato e de direito, enquanto os de ontem, se não pertencesse a algum quadro criminoso, não tivesse alguma passagem pelas delegacias, então, não serviriam para nada.
A isto se chama MERITOCRACIA, que para aqueles, significava ser de fato bandido, enquanto para estes, necessita-se que sejam homens probos e honestos…
Desta forma, que falar, Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, implica em algo que de fato os fere de morte. Esta frase nos eleva a crer em uma Pátria, coisa que para eles já estaria morta, em prol da criação de uma tão sonhada pátria grande, que estivesse subserviente a interesses escusos e de bandoleiros ao estilo Fidel Castro, Raúl Castro, Maduro, entre outros, como muitos que vemos circulando ao nosso redor no dia-a-dia.
Aqui eu posso citar algumas das grotescas figuras, que provavelmente seriam defendidas e apoiadas por essa “ilustre” professora.

Abelha – Francisco Appio, ex-deputado estadual (PP-RS)
Acelerado – Eduardo Siqueira Campos (DEM-TO)
Aço – Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)
Adoniran – Braz Antunes Mattos Neto, vereador (PSD-SP)
Anão – Antonio Carlos Magalhães Neto, prefeito (DEM)
Alba – Tiago Correia, vereador (PSD-BA)
Alemão – Carlos Todeschini (PT-RS)
Alemão – Valdir Raupp (PMDB-RO)
Aliado ou Gremista – Marco Maia, deputado federal (PT-RS)
Amante ou Coxa – Gleisi Hoffmann, senadora (PT-PR)
Amarelou – Durval Amaral, presidente do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR) Amigo – Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (PT-SP)
Amigo C – Paulo Câmara, vereador (PSDB-BA)
Angorá, Primo, Bicuíra ou Fodão – Eliseu Padilha, ministro (PMDB-RS) Aquático – João Fischer (Fixinha), deputado estadual (PP-RS) Aracaju – Aloizio Mercadante (PT-SP)
Asfalto – Jaime Martins, deputado federal (PSD-MG)
Aspirina – Angela Amin, ex-prefeita (PP-SC)
Atleta – Renan Calheiros (PMDB-AL)
Atravessador – Alcebíades Sabino, ex-deputado estadual (PSC – RJ) Avião – Manuela D’Ávila, deputada federal (Pc do B-RS)
Azeitona – José Fernando de Oliveira, ex-deputado (PV-MG)
Babão – Iris Rezende, prefeito (PMDB-GO)
Babel – Geddel Vieira Lima, ex-ministro (PMDB-BA)
Babosa – Paulo Alexandre Barbosa, prefeito (PSDB-SP)
Baianinho – Paulo Hartung, governador (PMDB-ES)
Baixada – Manoel Neca (PP)
Balzac – Yeda Crusius, deputada federal (PSDB-RS)
Barão – Carlin Moura, ex-prefeito (PC do B-MG)
Barbie ou Belo Horizonte – Marta Suplicy, senadora (PMDB-SP) Barrigudo – Fabio Ramalho, deputado federal (PMDB-MG)
Batalha ou Chorão – Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB (PSDB-PE) Bateria – Maria do Carmo Lara Rezende, ex-prefeita (PT-MG)
Belém ou M&M – Geraldo Alckmin, governador (PSDB-SP)
Benzedor – João Paulo Papa, deputado federal (PSDB-SP)
Bico – Geraldo Júnior, secretário municipal (SD-BA)
Bitelo – Lúcio Vieira Lima, deputado federal (PMDB-BA)
Biscoito – Sandro Mabel, ex-deputado federal (PR-GO)
BMW ou Manso – Beto Mansur, deputado federal (PRB-SP)
Boa Vista – Paulinho da Força, deputado (SD-SP)
Boca mole – Heráclito Fortes, deputado federal (PSB)
Bocão – Sandro Boka, ex-deputado (PMDB-RS)
Boiadeiro – João Paulo Rillo, deputado estadual (PT-SP)
Bolinha ou Pescador – Anthony Garotinho, ex-governador (PR-RJ) Bonitão ou Garanhão – Fabio Faria, deputado (PSD-RN)
Bonitão, Pavão, Bonitinho, Velho, Casa de Doido – Julio Lopes, deputado federal (PP-RJ) Bonitinho – Robinson Faria, governador (PSD-RN)
Boquinha – Sérgio Borges, ex-deputado (PMDB-ES)
Botafogo ou Déspota – César Maia, ex-prefeito do Rio (DEM-RJ) Botafogo – Rodrigo Maia, presidente da Câmara (PMDB-RJ)
Buzu – Henrique Carballal, vereador (PV-BA)
Brasília – Fernando Capez, deputado estadual (PSDB-SP)
Brigão, Piloto – Beto Richa, governador (PSDB-PR)
Bronca – Paulo Rubem Santiago, ex-deputado (PSOL-PE)
Bruto – Raul Jungmann, ministro (PPS-PE)
Caim – Osmar Dias, ex-senador (PDT)
Caju – Romero Jucá, senador (PMDB-RR)
Candomblé – Edvaldo de Brito, vereador (PSD-BA)
Campinas – Francisco Chagas, ex-vereador (PT-SP)
Caldo – Blairo Maggi, ministro (PP-MT)
Calvo – Pablito, ex-vereador (PSDB-MG)
Campari – Gim Argello, ex-senador (PTB-DF)
Canário – Esmael de Almeida, deputado estadual (PMDB-ES)
Carajás – Arnaldo Jardim, secretário estadual (PPS-SP)
Carmem – Fabiano Pereira, ex-deputado (PSB-RS)
Caranguejo – Eduardo Cunha, ex-deputado federal (PMDB-RJ)
Carrossel – Rosalba Ciarlini, prefeita (PP-RN)
Castor – Rodrigo de Castro, deputado federal (PSDB-MG)
Cavanhaque – Helder Barbalho, ministro (PMDB-PA)
Centroavante – Renato Casagrande, ex-governador (PSB-ES)
Cérebro – Mendes Ribeiro Filho, ex-deputado (PMDB-RS)
Cerrado – Ciro Nogueira, senador (PP-PI)
Chaveiro – José Chaves, ex-deputado (PTB-PE)
Chefe Turco, Kibe ou Projeto – Gilberto Kassab, ministro (PSD-SP) Chorão – Pedro Eurico, secretário estadual (PSDB-PE)
Cintinho – Mauro Lopes, deputado (PMDB-MG)
Cobra – Wilma de Faria, vereadora (PT do B-RN)
Colorido – Fábio Branco, secretário estadual (PMDB-RS)
Coluna – Ana Amélia Lemos, senadora (PP-RS)
Comprido – Agnelo Queiroz, ex-governador (PT-DF)
Comuna – Daniel Almeida, deputado federal (PC do B-BA)
Conquistador – Dalírio Beber, senador (PSDB-SC), e Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (PSDB-SC) Contador – Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT (PT-RS)
Contas – Arselino Tatto, vereador (PT-SP)
Correios – Alexandre Postal, deputado estadual (PMDB-RS)
Crusoé – Robson de Lima Apolinário, ex-deputado suplente (PDT-SP) Cruzeiro do Sul – Barros Munhoz, deputado estadual (PSDB-SP) Curitiba – Roberto Freire, ministro (PPS-SP)
Da Casa – Alberto Pinto Coelho, ex-governador (PP-MG)
Da hora – Carlos Melles, deputado federal (DEM-PR)
Decodificado – Luiz Carlos Hauly, deputado federal (PSDB/PR) Decrépito – Paes Landim, deputado federal (PTB-PI)
Dengo – Antonio Anastasia, senador (PMDB-MG)
Dentada – Gustavo Correa , deputado estadual (DEM-MG)
Dentuço – Gustavo Fruet, ex-prefeito de Curitiba (PDT-PR)
Desesperado – Germano Rigotto, ex-governador (PMDB-RS)
Diamante – Paulo Abi Ackel, deputado federal (PSDB-MG)
Disco – Luiz Paulo Correa da Costa, deputado estadual (PSDB-RJ) Diplomata – Hugo Napoleão, ex-governador (PSD-PI)
Do reino – Fernando Pimentel, governador (PT-MG)
Doutor – Juarez Amorim (PPS-MG)
Drácula – Humberto Costa, senador (PT-PE)
Duro – Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)
Educador – Paulo Henrique Lustosa, deputado federal (PP-CE)
Ema – Lúdio Cabral, ex-vereador (PT-MT)
Enteado – José Otávio Germano, deputado federal (PP-RS)
Escuro – Marco Alba, prefeito (PMDB-RS)
Escritor – José Sarney (PMDB), ex-presidente
Esquálido – Edison Lobão, senador (PMDB-MA)
Eva – Adão Vilaverde, deputado estadual (PT-RS)
Fantasma – Ideli Salvatti, ex-ministra (PT-SC)
Fazendão – Elbe Brandão, deputada estadual (PSDB-MG)
Feia – Lídice da Mata, senadora (PSB-BA)
Feio ou Lindinho – Lindbergh Farias, senador (PT-RJ)
Ferrari ou Grisalhão – Delcídio do Amaral, ex-senador (MS)
Filhinho ou Filinho ou Gordo – Dimas Fabiano Jr., deputado federal (PP-MG) Filho – Paulo Bornhausen, ex-deputado (PSB-SC)
Filho do reino – Luciano Rezende, prefeito (PPS-ES)
Filhote – Luiz Paulo Vellozo, ex-prefeito (PSDB-ES)
Filósofo – Paulo Bernardo, ex-ministro
Fino – Bruno Siqueira, prefeito (PMDB-MG)
Flamengo – Adrian Mussi, ex-deputado federal (PMDB-RJ)
Fodinha – Frederico Antunes, deputado estadual (PP-RS)
Fósforo – Tarcísio Caixeta, vereador (PC do B-MG)
Fragmentada – Weliton Prado, deputado federal (PMB-MG)
Frances – Célio Moreira, deputado estadual (PSDB-MG)
Garoto – Otávio Leite, deputado federal (PSDB-RJ)
Goleiro – Paulo Magalhães Júnior (PV-BA)
Gordo – Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e Antonio Anastasia, senador (PSDB-MG) Grego – Jorge Piciani, deputado estadual (PMDB-RJ)
Grenal – Valdir Andres, ex-prefeito (PP-RS)
Gripe – Cesar Colnago, vice-governador (PSDB-ES)
Gripado ou Pino – José Agripino, senador (DEM-RN)
Grisalho – Arlindo Chinaglia, deputado (PT-SP)
Grosseiro – Plauto Miró, deputado estadual (DEM-PR)
Guarulhos – Carlos Zarattini, deputado federal (PT-SP)
Guerrilheiro – José Dirceu, ex-ministro (PT), ou João Vaccari, ex-tesoureiro do PT Igreja – Bernardo Santana, deputado (PR-MG)
Inca – Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados (DEM-RJ) Índio – Eunício de Oliveira, presidente do Senado (PMDB-CE)
Inferno – Ronaldo Santini, deputado estadual (PTB-RS)
Itabuna – Campos Machado, deputado estadual (PTB-SP)
Itacaré – Celso Russomanno, deputado federal (PRB-SP)
Italiano – Audifax Barcelos, prefeito (Rede-ES)
Italiano – Antonio Palocci, ex-ministro (PT-SP)
Itambé – Edinho Silva, prefeito (PT-SP)
Itatiaia – José Maria Eymael (PSDC-SP)
Itumbiara – Edson Aparecido dos Santos (PSDB-SP)
Jacaré – Jader Barbalho, senador (PMDB-PA)
Jangada – Luiz Carlos Busato, deputado federal (PTB-RS)
João Pessoa – Vicentinho, deputado federal (PT-SP)
Jogador – Márcio Reinaldo, prefeito (PP-MG)
Jornalista – Elismar Prado, deputado estadual (PDT-MG)
Jovem – Adolfo Viana, deputado estadual (PSDB-BA)
Jujuba – Bruno Araújo, ministro (PSDB-PE)
Justiça – Renan Calheiros, senador (PMDB-AL)
Kimono – Artur Virgílio, prefeito (PSDB-AM)
Lagarto ou Largato – Gil Pereira, deputado estadual (PP-MG)
Lamborghini – Luiz Fernando T. Ferreira, deputado estadual (PT-SP) Lento – Garibaldi Alves, senador (PMDB-RN)
Lima – Luiz Fernando Faria, deputado federal (PP-MG)
Louro – João Alves Filho, ex-prefeito (DEM-SE)
Macapá – Ricardo Montoro, ex-deputado estadual (PSDB-SP)
Machado – Kátia Abreu, senadora (PMDB-TO)
Maçaranduba – Ivo Cassol, senador (PP-RO)
Magma – Guilherme Lacerda (PT-ES)
Manaus – Aloysio Nunes, ministro (PSDB-SP)
Masculina – Iriny Lopes, ex-deputada federal (PT-ES)
Médico – Colbert Martins Filho, vice-prefeito (PMDB-BA)
Menino da floresta – Tião Viana, senador (PT-AC)
Mercedes – Edinho Bez, ex-deputado federal (PMDB-SC)
Metalúrgico – Nilmário Miranda, secretário estadual (PT-MG)
Mineirinho – Aécio Neves, senador (PSDB-MG)
Misericórdia – Antônio de Brito, deputado federal (PSD-BA)
Missa – José Carlos Aleluia, deputado federal (DEM-BA)
Moleza – Jutahy Magalhães, deputado federal (PSDB-BA)
Montanha – Marcos Montes, deputado federal (PSD-MG)
Montanha – Paulo Pimenta, deputado federal (PT-RS)
Musa – Ana Paula Lima, deputada estadual (PT-SC)
Navalha – Arlete Magalhães, deputada estadual (PV-MG)
Navalha – Wellington Magalhães, vereador (PTN-MG)
Navegante – José Anibal, ex-senador (PSDB-SP)
Natal – José Genoíno, ex-presidente do PT (PT-SP)
Nervosinho – Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio (PMDB-RJ)
Neto – Eduardo Campos, ex-governador (PSB-PE)
Novilho ou Charada – Fernando Bezerra, senador (PSB-PE)
Novo – Max Filho, prefeito de Vila Velha (PSDB-ES)
Nulo ou Duro – Ricardo Ferraço, senador (PSDB-ES)
Oxigênio – Hudson Braga, secretário de obras do RJ
Padre – Josenildo Sinésio, ex-vereador de Recife (SD-PE)
Padrinho – Eduardo Azeredo, ex-governador de MG (PSDB-MG)
Palmas – Vicente Candido, deputado (PT-SP)
Parente – André Vargas, ex-deputado federal por SC (sem partido) Paris – Márcio França, vice-governador de SP (PSB-SP)
Parreira – José Roberto Arruda, ex-governador (ex-DEM)
Passadão ou Triângulo – Jorge Bittar, ex-deputado federal (PT-RJ) Patati ou Padeiro – Marconi Perillo, governador (PSDB-GO)
Pavão ou Velhos – Julio Lopes, secretário de transportes (PP-RJ) Pavão – Ivar Pavan, ex-deputado estadual (PT-RS)
Pelé – Nelson Pellegrino, deputado federal (PT-BA)
Pequeno – Sérgio Aquino, candidato a prefeito de Santos (PMDB-SP) Persa – Ayrton Xerez, ex-deputado federal (DEM-RJ)
Pescador – Zeca do PT, deputado federal (PT-MS)
Polo – Jaques Wagner, ex-governador (PT-BA)
Ponta Porã ou Corredor – Duarte Nogueira, prefeito (PSDB-SP) Pós-italiano ou Pós-itália – Guido Mantega, ex-ministro
Poste – Marcio Lacerda, ex-prefeito (PSB-MG)
Praia – Ademar Traiano, deputado estadual (PSDB-PR)
Primo – Moreira Franco, ministro da secretaria geral da presidência (PMDB-RJ) Princesa – Cida Borghetti, vice-governadora do PR (PP-PR)
Prosador – Cássio Cunha Lima, senador (PSDB-PB)
Protegida – Lorena de Fátima Arrué Dias, candidata (PSDB-RS) Proximus – Sérgio Cabral, ex-governador do RJ (PMDB-RJ)
Proximus – Luiz Fernando Pezão, governador do RJ (PMDB-RJ)
Rasputinzinho – Bernardo Ariston, ex-deputado federal (PMDB-RJ) Ribeirão Preto – Roberto Massafera, deputado estadual (PSDB-SP) Rio – Marcelo Nilo, deputado estadual (PSL-BA)
Roberval Taylor – Mário Kertesz, ex-prefeito (PMDB)
Roxinho – Fernando Collor, senador (PTC-AL)
Sábado – Domingos Sávio, deputado estadual (PSDB-MG)
Santo André – João Paulo Cunha, ex-deputado (PT-SP)
Sapato – Alexandre Passos, ex-presidente da Câmara de Vitória (PT-ES) Segundo – Juarez Amorim (PPS-MG)
Silo – Alexandre Silveira, secretário estadual de saúde (PSD-MG) Solução – Maria do Rosário, deputada federal (PT-RS)
Soneca – Waldir Pires, (PT-BA)
Suíça – Rodrigo Garcia (DEM-SP)
Teco – Tico Lacerda (PDT-SC)
Timão – Andrés Sanchez, deputado federal (PT-SP)
Tio – Gustavo Valadares, deputado estadual (PSDB-MG)
Todo Feio e Cunhado – Inaldo Leitão (sem partido)
Trincaferro – Beto Albuquerque, deputado federal (PSB-RS)
Tuca – Arthur Maia, deputado federal (PPS-BA)
Vaqueiro – Ronaldo Caiado, senador (DEM-GO)
Verdinho – André Correa, deputado estadual (PSD/RJ)
Viagra – Jarbas Vasconcelos, deputado federal (PMDB-PE)
Vizinho – José Serra, senador (PSDB-SP)
Wanda – Antonio Andrade, vice-governador (PMDB-MG)
Zagueiro – Júlio Delgado, deputado federal (PSB-MG)

Mas, o TRF-4, colocou uma pá de cal no interesse da “ilustre professora” e confirmou, por unanimidade, a decisão proferida pela primeira instância e determinou extinta essa ação popular.
Imaginem vocês, que a preocupação desse povo é que Bolsonaro continue afirmando por seu bordão, que o Brasil estará sempre acima de tudo, e pior para eles, que Deus deverá continuar sempre acima de todos. Ou seja: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!”

Assim, o referido tribunal extinguiu a ação e manteve a liberdade de o presidente, poder pronunciar-se livremente como convém a qualquer cidadão. Mas na cabeça doentia dessa gente, todo e qualquer ser que seja conservador, ou que não pense na mesma linha de pensamento que eles, deve ser calado, ainda que seja por força de lei.
Percebe-se o que seria deste País, se hoje, ao contrário de Bolsonaro, tivesse sido eleito o PosTe do apedeuta.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

Contato:
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Mensagem 260719 – Burburinho: O que rola por ai? – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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